Transporte de Cargas Perigosas – Colaboração de Alfredo Chaia para o jornal A Tribuna

Transporte e Armazenagem de Produtos Perigosos: Uma Discussão à Luz do Incidente no Porto de Beirute

Na última sexta-feira, 14 de agosto de 2020, às 10h, foi realizado um importante debate sobre a segurança no transporte de mercadorias nos portos, e em toda cadeia logística. O tema em contexto teve por base a explosão no porto de Beirute, em 4 de agosto, que parece ter sido alimentada por toneladas do nitrato de amônio altamente reativo.

Alfredo Chaia, da Risk Veritas, teve a oportunidade de participar e contribuir com o debate, que pode ser visto na íntegra no vídeo a seguir:

Fetransporte Brasil Conference 2020 – Palestra Alfredo Chaia – Risk Veritas – Segmento logístico – O cenário atual no Brasil

A convite da Fetransporte Brasil, nosso diretor, Alfredo Chaia, participou da “Conference 2020”, realizada nos dias 02, 03 e 04 junho de 2020.

A contribuição de Chaia ocorreu no dia 02/Junho (Terça-feira), às 17:00 horas, com a Palestra “Segmento logístico – O cenário atual no Brasil”; para traçar um resumo das Perspectivas da Logística e da Gestão dos Riscos; e as Oportunidades no contexto do Seguro de Transportes de Cargas.

A palestra foi transmita pelo canal do YouTube da Fetransporte Brasil e está disponível também no canal da Risk Veritas.

 

 

Vale o agradecimento pela confiança, e oportunidade de cumprir o propósito de difundir a cultura de Gestão dos Riscos Empresariais no Brasil.

A Nova Logística e os Novos Riscos – por Única Seguros – Vídeo

Jorge Eduardo de Souza, presidente da Única Seguros, conversa com Edeon Vaz Ferreira, diretor executivo do Movimento Pró Logística e com Alfredo Chaia, especialista em Gestão de Risco e atual diretor geral da Risk Veritas, consultoria de gerenciamento internacional.

Plano de Contingência – Acesso Remoto e Riscos Cibernéticos

Interrupções nos negócios ocorrem de muitas formas – de desastres naturais a surtos de doenças; e reduzir a circulação de pessoas atenua o ritmo de progressão do contágio. O trabalhar em casa com acesso remoto a sistemas corporativos é opção de contingência para empresas, mas cabe alerta sobre a capacidade de estender com segurança a conveniência de funcionários trabalharem remotamente.

1 – Você não é imune a ataques cibernéticos: A segurança cibernética é mais importante que decidir onde colocará seu escritório em casa ou quais suprimentos precisará.

2 – Crie senhas fortes: Senhas devem conter caracteres aleatórios, letras, números e símbolos, e alteradas regularmente. Use bom software de gerenciamento de senhas. Não há desculpa para ter apenas uma senha universal para tudo.

3 – Pratique cliques seguros: golpes de phishing coletam informações por URLs ou anexos. Antivírus devem verificar todas mensagens. Faça sua parte evitando os que pareçam suspeitos.

4 – Navegue com Segurança: Adote hábitos seguros. Use dispositivos próprios, redes confiáveis (evite o Wi-Fi público), antivírus e serviços, VPN e autenticação multi-fator.

5 – Faça backup e instale atualizações: No caso de uma exposição, os backups ajudam a restaurar os dados caso sistema precise ser reiniciado.

Mapeamento e Gestão de Risco no Sistema Elétrico Brasileiro

A capacidade de geração de energia total do Brasil é de 171,8 GW de potência, através de quase 9 mil empreendimentos por todo o país!

O Sistema Elétrico Brasileiro utiliza 6 fontes diferentes de energia, e a hídrica é nossa principal fonte com 106,2 GW de potência instalada.

Um mercado em evolução e atraindo cada vez mais capital que utiliza Mapeamento e Gestão dos Riscos para contribuir ao sucesso na operação e rentabilização dos investimentos na geração, transmissão e distribuição de energia.

Créditos: Alfredo Chaia – postagem publicada no Linkedin – https://www.linkedin.com/posts/alfredo-chaia_geraaexaeto-setorelaeztrico-aneel-activity-6630228565805801472-l-6q

 

Diretor-Geral da ANEEL, André Pepitone, também falou sobre o assunto em post publicado no Linkedin – https://www.linkedin.com/posts/andrepepitone_geraaexaeto-setorelaeztrico-aneel-activity-6630164691173851136-3w_Q

Você sabia que o Sistema Elétrico Brasileiro utiliza 6 fontes diferentes de energia? Água, combustível fóssil, biomassa, sol, vento e energia nuclear, geram energia para nosso país!

A energia hídrica é a nossa principal fonte, com 106,2 GW de potência instalada, entre usinas hidrelétricas (UHE), pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e centrais geradoras hidrelétricas (CGH).

As térmicas (UTE) ocupam o segundo lugar, com capacidade instalada de 42,8 GW, entre usinas fósseis (27,7GW) e de biomassa (resíduos, óleos vegetais, bagaço da cana, etc.) que possuem a potência de 15,1 GW.

Temos também 631 usinas eólicas com potência instalada de 15,4 GW, 421 usinas solares com 5,4 GW e 2 usinas nucleares (Angra I e II) com potência instalada de 2 GW.

Em experiência, ainda temos uma usina maremotriz (que utiliza o movimento das ondas do mar) no Ceará, no Porto de Pecém, com potência instalada de 50 kW.

A capacidade de geração de energia total do Brasil hoje é de 171,8 GW de potência, através de quase 9 mil empreendimentos em operação por todo o país! Geração SetorElétrico ANEEL

 

Como Riscos Emergentes Podem Afetar as Estratégias de Negócios na Logística?

Anteriormente, mencionamos que a Logística 4.0, IoT, LGPD, GDPR, Comércio Eletrônico e Ataques Cibernéticos são apenas algumas das implicações relacionadas ao transporte de carga.

Operadores logísticos deverão preparar-se para lidar com avanços tecnológicos, e a análise de dados (“Big Data”) irá desempenhar um papel importante, tanto na eficiência operacional e previsão de demanda, assim como as tendências de aumento da robotização.

Em terminais de container, os sistemas de gerenciamento de carga, descarga e pátio passaram a cumprir missão crítica para atingir os níveis de eficiência e escala exigidos para essas operações. Entretanto, os exemplos de ataques cibernéticos de grande repercussão se repetem.

Armadores deverão continuar a busca por eficiência em seus navios, incluindo ganhos derivados de sistemas de controle automático ainda mais extensos e autônomos. O curioso é que as mesmas inovações que contribuirão para mudar a dinâmica dos processos logísticos podem ajudar no estabelecimento um novo patamar de riscos.

O aproveitamento de oportunidades exigirá analise aguçada dos Riscos Emergentes e implicações em toda cadeia logística, incluindo interdependência de operações e potenciais interrupção de negócios e lucros cessantes associados.

Cyberattack to Financial Capabilities & Critical National Infrastructure

Since the financial crisis 2008, regulators, risk managers and central bankers have stablished mechanisms to withstand financial shocks.

Decades later, next crisis might not come from a financial shock at all. The more likely offender might be a cyberattack causing disruption to financial capabilities and services around the world, with collateral damage in a
wider attack on critical national infrastructure.

Such attack could shake global financial services, causing banks, businesses, but also causing consumers to be confused or panicked, which in turn could may impact the economic activity.

Recall from long list we have: Sep 2016, once dominant Internet giant announced the biggest data breach in history affecting 3 billion user accounts.

Nov 2018, hotel chain announced stolen data on app 500 million customers – contact info, passport number, travel and personal information.

May 2014, online auction giant reported cyberattack exposing names, addresses, dates of birth and encrypted passwords of all of its 145 million users.

How to prevent such scenario? Companies must implement means to detect and stop the spread of a cyberattack contagion, and to resume operations as rapidly and smoothly as possible.

Post your perception regarding describe scenario: Plausible or Remote (?)

#riskmanagement #risks #riskveritas #financialcrisis #crisis2008#financialshocks

Cyberattack to Financial Capabilities & Critical National Infrastructure

Since the financial crisis 2008, regulators, risk managers and central bankers have stablished mechanisms to withstand financial shocks.

Decades later, next crisis might not come from a financial shock at all. The more likely offender might be a cyberattack causing disruption to financial capabilities and services around the world, with collateral damage in a
wider attack on critical national infrastructure.

Such attack could shake global financial services, causing banks, businesses, but also causing consumers to be confused or panicked, which in turn could may impact the economic activity.

Recall from long list we have: Sep 2016, once dominant Internet giant announced the biggest data breach in history affecting 3 billion user accounts.

Nov 2018, hotel chain announced stolen data on app 500 million customers – contact info, passport number, travel and personal information.

May 2014, online auction giant reported cyberattack exposing names, addresses, dates of birth and encrypted passwords of all of its 145 million users.

How to prevent such scenario? Companies must implement means to detect and stop the spread of a cyberattack contagion, and to resume operations as rapidly and smoothly as possible.

Post your perception regarding describe scenario: Plausible or Remote (?)

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Prêmio para Transporte Aumenta 30%

A vertiginosa escalada de roubos de cargas nos últimos anos alterou a relação entre as seguradoras, embarcadores e
transportadoras. Em razão do alto risco de determinadas cargas e das falhas dos planos de gerenciamento de risco (PGR),
algumas das mais importantes companhias deixaram de operar no ramo transportes e as que permaneceram aumentaram o
seu rigor nas exigências, provocando um aumento médio nos prêmios que pode chegar a 30%, principalmente nos trajetos que
incluem as regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A questão torna-se dramática em razão da obrigatoriedade legal dos embarcadores contratarem as modalidades de seguro
transporte nacional e RCTR-C, que cobrem perdas e danos causados às mercadorias. Porém, a cobertura de roubo é opcional e
é esta cláusula que tem encarecido as apólices. “Hoje, é comum consultarmos 15 seguradoras e recebermos apenas três ou
quatro cotações. As companhias não querem participar dos riscos”, afirma Eduardo Michelin, diretor de seguro de transporte
da corretora Willis Towers Watson, que conta com 250 clientes, 70% deles donos de cargas. Entre as seguradoras que abriram
mão estão Liberty, Zurich e Generali. Em paralelo, houve uma consolidação do mercado – casos da compra da QBE pela Zurich
e a aquisição da XL Group pela seguradora francesa AXA. Ambas as adquiridas atuavam no ramo de transportes.

Com menos companhias no mercado, as que ficaram aumentaram o grau de exigência. “Se não for apresentado um plano de
gerenciamento de riscos, não há seguro. E isso significa custo para o embarcador ou para o transportador, nunca para a
seguradora”, diz Antenor Ambrosio, diretor técnico da Associação Brasileira de Gestão de Riscos (ABGR).

De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), os prêmios emitidos em 2017 nas modalidades
obrigatórias transporte nacional e RCTR-C e no seguro facultativo RCF-DC (desvio de cargas) atingiram R$ R$ 2,4 bilhões
ante R$ 2 bilhões no ano anterior. Os sinistros pagos no ano passado foram de R$ 1,4 bilhão com sinistralidade (relação entre
sinistros e prêmios) de 0,66; em 2016, os números foram de R$ 1,4 bilhão e 0,71, respectivamente. As principais companhias
são multinacionais, como Sompo, Chubb, Allianz e Tokio Marine.

Segundo Alfredo Chaia, diretor da International Risk Veritas, o aumento no volume de prêmios não representou aquecimento,
e sim correção dos índices de sinistralidade e aperto das seguradoras nas apólices. “As perdas corroem a rentabilidade das
seguradoras e os custos de reembarque afetam a imagem dos embarcadores e transportadores”, diz, lembrando que as
seguradoras estão fazendo auditorias nas empresas de monitoramento remoto para checar falhas na fiscalização. “Se
comprovadas, não pagam a indenização”.

Entre as exigências mais comuns nos PGRs, estão o monitoramento por satélite, com controle de travas, rastreador principal e
secundário, definição prévia dos pontos de parada, horários restritos de circulação, iscas escondidas no meio da carga e
presença de escolta armada. “Para fechar uma apólice, é preciso cada vez mais medir ajustar o gerenciamento de risco e
estabelecer uma tabela de co-participação nos sinistros”, diz Sergio Caron, líder da prática de transportes da corretora Marsh.
As seguradoras admitem as medidas de precaução. “A princípio, não excluímos apólices, mas algumas necessitam de proteção
adicional, como celulares e eletrônicos”, diz José Severiano de Almeida Neto, diretor adjunto de transportes da HDI Global.
Além das medidas de monitoramento, a companhia sugere diluir os tipos de mercadorias em cada viagem e não carregar
valores altos no mesmo caminhão.

Segundo Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica da Tokio Marine, o procedimento habitual é observar por
três anos o comportamento do cliente no gerenciamento de risco. “Casos que não cumprem o PGR, não são renovados”,
afirma.

 

Por Guilherme Meirelles

Fonte: https://valor.globo.com/financas/noticia/2018/03/27/premio-para-transporte-aumenta-30.ghtml